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Informação Para os devidos efeitos, informo que toda a ementa (bens alimentícios) representada nestas imagens fora por nós Confrades, elegantemente elaborada, saborosamente devorada e euforicamente regada. Para quem não teve a honra de nos acompanhar nesta degustação, nós tivemos a amabilidade de lhe guardar um pouco da mesma. Aos que tiveram presentes relembro um pouco do que comeram. |
24 comentários:
O Caro confrade Patas de Galinha não pôs um texto a dizer que todas as fotos que estão na imagem foi de coisas feitas por nós até aquelas que tem muito boa apresentação nas circunfrencias.
Sim, senhor! Muito boa apresentação!
Realmente, apresentarem-se assim, todos nuzinhos e de avental, é uma ideia que põe qualquer um(a) a salivar!
Belas fotos, belíssima mesa, suculentos géneros alimentícios! Qual o nome do prato mais à direita, em baixo, de cabelo comprido?
S
p.s. - quais circunferências? onde?
Eh pá!
Quem é esse gajo "os bandalhos"?
Meu filho! Tem mas é conta contigo porque se tu te salivas ao ver gajos nús então vai mas é bater a outra porta. Pode ser que quem saia de lá salivado sejas tu!
Se não vês as circunferencias é melhor não olhares mais porque é sinal que não vês nadinha.
Os bandalhos?! Olha-te melhor ao espelho e depois pode ser que comeces a chamar bandalho a outros.
Ass: Zé
Caro Confrade Guerero
Espero que o tal texto esteja de acordo as suas indicações e seja suficientemente elucidativo.
Já agora, elementos de integram a lista dos suculentos géneros alimentíciosos neste caso, foram:
- pão e manteiga
- queijo
- berbigão na chapa c/ limão
- camarão cozido
- camarão frito à chefe Salgadinho
- sapateira
- cerveja (só marcas nacionais)
- vinho verde muralhas e outro bom mas não me lembro o nome
- Canard-Duchêne (francês)
- James Martin e BushMills
- moscatel Alambre
- bolos de Amêndoa
- café
Nesta lista não vi nenhum com cabelo comprido!...
Ó Zéi, tás cada vez mais TOTÓ! Tu sai-me dessa ilha, caralho!
Tou fartinha de dizer aqui que, EU, a S, sou a São,a "lampreia do Mondego", ou o que me quiseres chamar, e tenho um blog de amigos chamados OSBANDALHOS.
Podes ler-(me)-nos em http://piadinhasetorradinhas.blogspot.com/.
Como sempre fiz, gosto de meter a colher no vosso prato, e assino sempre S, que detesto anónimos!
Pensava que já estavas podre de saber que continuo na mesma (ou pior!) e que, realmente, bati mesmo uma a olhar para as "fê-ve-ras" das fotos! POSSO???
Ou julgas que são só pra ti! Querias! Batatas com enguias...
S de São, a "Chanfana das Beiras", pôrra!
Sãozita:
Como é que tu queres que eu adivinhe que os bandalhos sejas tu.
Se adivinhasse já tinha adivinhado o euromilhões, ora essa!
Como estás?
Para a proxima que fôr ao continente gostava de dár por aí uma volta!
Uma beijoca.
Já agora, gostava de saber se as ervas que cresciam à tua porta continuaram a crescer ou se secaram todas depois de eu ter comido aquelas bolachitas com manteiga que me caíram um pouco mal. Acho que foi mesmo das bolachas porque até aí eu estva bem.
Outra beijoca!
Ass: Zé
Huuuumm! Aaaah! Já tinha saudades das tuas beijocas!
Mas é que nem é preciso convidar-te! A minha famelga sambrasense tem cá, sempre, uma casa em Coimbra e uma cabana no Monte de Idanha!
Hoje há leitão!
S
Tua Casa em Coiimbraaaa!... Onde?
Não é por nada, é que o pessoal que por lá conheço uns casam-se outros vão se embora e, não me agrada nada quando lá fôr ter que ir para um hotel ou pensão ou umamerda dessas.
Mas Eu quero é saber das tadinhas das ervas. Quero saber se elas ficaram bem depois daquele fatídico dia de... já não me lembro o mês. Sei que estava na altura da volta à Espanha, por isso deve ter sido em Setembro.
Eh, lá! Setembro? Já são muitas coincidencias: as ervas da casa da São, ficar sem carta... tchiiii...
Deixa-me mas é por a pau porque Stetembro a proxima-se e nunca se sabe o que pode acontecer.
Beijocas para ti.
PS: Mas eu quero é saber das tadinhas das ervas.
Ass: Zé
a erva?! fumou-se!
mas o pessoal reparou que os caracóis, nesse ano, tinham um sabor mais "raffiné", sei lá, mais amanteigado!
olha, escorregaram melhor!
em Coimbra, encontramo-nos em Santa Clara, juntinho ao Observatório Astronómico da U.C.
É que tá dito!
S
O Vinho Branco que se bebeu e a malta não se lembrava do nome era o Palacio da Brjueira. Bela pumada
Garero:
Não sei se te lembras mas nessa noite foram 33 gin tónicos! 10 contos e tal... essa conta ainda existe e está guardada.
Ainda este fim de semana bebi um e tinha um sabor um bocado esquisito, sabes!
Eu agora sei lá se o vinho branco era da Beijoeira. Se bem me lembro bebemos também uma +agua das pedras, não!
Lá foram as ervas p'ré caneco
Ass: Zé
Óh Zé não te excedas com tanto beijinho da ilha para o continente.
Ao ler o teu comentário compreendi perfeitamente a tua preocupação com as ervas à porta da rapariga (será que sobreviveram ou não???!!!) - será que algo mais irá crescer naquela zona após tal desastre ecológico que causaste? Nós sabemos que não foi por mal - também sabemos que quando fomos à herdade do esporão também não o fizeste por mal - resta saber se as vinhas vão recuperar ... e se a "caminete" da câmara já se livrou do odor que por lá deixaste...
Uma beijoca para sempre saudoso Zé!
Até parece que foi só ele...
E tu, que assim falas, deves comer sabonetes.
O Cabeçudo, devias ler bem as mensagens que ai estão e não te pores a disparar sem mais nem menos eu estava a falar do vinho que bebemos na confraria que dá tema a este post se veres nas mensagens em cima ninguem se lembrava do melhor vinho que bebemos, só nos lembravamos do Muralhas.
Eu sei que ainda tens a conta guardada e em tempos tives-te tambem duas facturas de um rasganço acho que do peles.
Não te esqueças que nessa noite o tramposo fez um serenata há irmã da São , e a desgraçada estava segundo a São a estudar para um exame (deve ter corrido do melhor).
Foda-se! Quem é essa gaja ou esse gajo que anda p'raí a falar do esporão e das vinhas ...
Quem és tu?
Garero:
Eu sei lá se vocês sabiam a marca do vinho e não beberam ou se beberam e não tiraram a rolha... Puuute!
Pois é já me lembro! O Manta cantou uma serenata à irmã da São! Que por acaso, dizia ela, estava a estudar...
Sim sim! Com as cantigas do Manta até o exame se fez sozinho. Já agora, qual é o tipo de música que os Texugos cantam? E os tramposos?
Ass:Zé
Olha que está de volta: o Poeta.
Há muito que vos não visitava.
Certamente já teriam saudades minhas...
Hoje regalo-vos com um poema de um Homem, de um Mello, de um Pedro.
Pedro Homem de Mello.
Povo que lavas no rio
Povo que lavas no rio
Que talhas com teu machado
As tábuas do meu caixão
Há-de haver quem te defenda
Quem compre o teu chão sagrado
Mas a tua vida não
Fui ter à mesa redonda
Beber em malga que esconda
Um beijo de mão em mão
Era o vinho que me deste
Água pura em fruto agreste
Mas a tua vida não
Aromas de urze e de lama
Dormi com eles na cama
Tive a mesma condição
Povo, povo eu te pertenço
Deste-me alturas de incenso
Mas a tua vida não
Pedro Homem de Mello
É com prazer, que passado todo este tempo sem vos contemplar com belas peças dos maiores das nossas letras, vos dispenso hoje com dois belos poemas de que resultaram canções maiores da nossa música contemporânea.
Tourada
Música de Fernando Tordo. Escrito no final de 1972. Interpretada por Fernando Tordo, concorreu ao Festival da RTP de 1973 onde obteve o 1º lugar.
Não importa sol ou sombra
camarotes ou barreiras
toureamos ombro a ombro
as feras.
Ninguém nos leva ao engano
toureamos mano a mano
só nos podem causar dano
espera.
Entram guizos chocas e capotes
e mantilhas pretas
entram espadas chifres e derrotes
e alguns poetas
entram bravos cravos e dichotes
porque tudo o mais
são tretas.
Entram vacas depois dos forcados
que não pegam nada.
Soam brados e olés dos nabos
que não pagam nada
e só ficam os peões de brega
cuja profissão
não pega.
Com bandarilhas de esperança
afugentamos a fera
estamos na praça
da Primavera.
Nós vamos pegar o mundo
pelos cornos da desgraça
e fazermos da tristeza
graça.
Entram velhas doidas e turistas
entram excursões
entram benefícios e cronistas
entram aldrabões
entram marialvas e coristas
entram galifões
de crista.
Entram cavaleiros à garupa
do seu heroísmo
entra aquela música maluca
do passodoblismo
entra a aficionada e a caduca
mais o snobismo
e cismo...
Entram empresários moralistas
entram frustrações
entram antiquários e fadistas
e contradições
e entra muito dólar muita gente
que dá lucro as milhões.
E diz o inteligente
que acabaram asa canções.
in SANTOS, Ary dos, As Palavras das Cantigas . Lisboa, Edições Avante, 1995.
Eu não sou muito de poesia à mesa, mas lembrei-me de pôr o Zé Cabeçudo a rimar com Zé Adubo! E que meritória actividade! E antes "a cagar" que a "chatear"!
S
Desfolhada
Corpo de linho
lábios de mosto
meu corpo lindo
meu fogo posto.
Eira de milho
luar de Agosto
quem faz um filho
fá-lo por gosto.
É milho-rei
milho vermelho
cravo de carne
bago de amor
filho de um rei
que sendo velho
volta a nascer
quando há calor.
Minha palavra dita à luz do sol nascente
meu madrigal de madrugada
amor amor amor amor amor presente
em cada espiga desfolhada.
Minha raiz de pinho verde
meu céu azul tocando a serra
oh minha água e minha sede
oh mar ao sul da minha terra.
É trigo loiro
é além tejo
o meu país
neste momento
o sol o queima
o vento o beija
seara louca em movimento.
Minha palavra dita à luz do sol nascente
meu madrigal de madrugada
amor amor amor amor amor presente
em cada espiga desfolhada.
Olhos de amêndoa
cisterna escura /p>
onde se alpendra
a desventura.
Moira escondida
moira encantada
lenda perdida
lenda encontrada.
Oh minha terra
minha aventura
casca de noz
desamparada.
Oh minha terra
minha lonjura
por mim perdida
por mim achada.
in SANTOS, Ary dos, As Palavras das Cantigas (organização, coordenação e notas de Ruben de Carvalho), Lisboa, Edições Avante, 1995.
Lá está p'raí esse poeta dum raio!
Que raio de poeta é este que só escreve os poemas dos outros!
..da-se!
Zé Adubo!?
Boa São! Vou já fazer uma fábrica de adubo biológico.
E já tenho uma publicidade: " Adube as suas terras com ADUBÃO, o adubo do cagalhão!"
Já estou a imaginar o Jorge Pires a fazer publicidade na Rádio S.Brás...
Eh pá! Mas tenho que arranjar um produto de qualidade extra. Porque sujeito-me a ter a concorrencia dos "Adubos Tramposo - O Adubo Malcheiroso".
Sim! Sim! Porque o meu amigo Manta vai-se logo cagar para vender candeeiros e lampadas quando vir que a merda que faz pode ser rentável. Vais ver o Manta a comprar um bruta mercedes e a dizer: "Este aqui foi ganho com o cagar!"
Ass: Zé
PS: No meu anuncio, posso dizer que as vinhas da Herdade do Esporão já foram adubadas com o meu adubo
Espero que tenha valido a pena. Bom fim de semana
Esta é dedicada ao meu amigo Zé Cabeçudo que anda lá fora a ganhar a vida e a planear o seu triunfal regresso com um negócio de adubo montado...
"Lá vai o canguru
com uma flor no cu."
A professora diz:
- Joãozinho, isso não se diz! Vá já fazer outra rima.
Passado algum tempo a professora pede ao Joãozinho para ler a sua
nova rima e ele diz:
Lá vai o Canguru
com uma flor na bochecha,
só não a leva no cu...
porque a professora não deixa."
Tengo la camisa negra
hoy mi amor esta de luto
Hoy tengo en el alma una pena
y es por culpa de tu embrujo
Hoy sé que tú ya no me quieres
y eso es lo que más me hiere
que tengo la camisa negra
y una pena que me duele
mal parece que solo me quedé
y fue pura todita tu mentira
que maldita mala suerte la mía
que aquel día te encontré
por beber del veneno malevo de tu amor
yo quedé moribundo y lleno de dolor
respiré de ese humo amargo de tu adiós
y desde que tú te fuiste yo solo tengo…
Tengo la camisa negra
porque negra tengo el alma
yo por ti perdí la calma
y casi pierdo hasta mi cama
cama cama caman baby
te digo con disimulo
Que tengo la camisa negra
y debajo tengo el difunto
tengo la camisa negra
ya tu amor no me interesa
lo que ayer me supo a gloria
hoy me sabe a pura
miércoles por la tarde y t ú que no llegas
ni siquiera muestras señas
y yo con la camisa negra
y tus maletas en la puerta
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